Posted by admin | Posted in Curso, Permacultura, qualidade de vida | Posted on 10-04-2011
Posted by admin | Posted in Curso, Educação Ambiental, Evento, Informações, Permacultura, qualidade de vida | Posted on 29-11-2010
Posted by admin | Posted in Bioarquitetura, Curso, Educação Ambiental, Permacultura, qualidade de vida | Posted on 26-10-2010
Há tempos que não atualizo o blog da Padrões Naturais, mas tem sido por um bom motivo! Desde que viemos para a Bahia, a busca pelo nosso trabalho só tem aumentado: foi um curso em parceria com o Instituto de Permacultura da Bahia, Mangará e Ingá; participação no Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento da EMBASA; oficina de tintas naturais no Educação Gaia; participação na Casa Cor Bahia e por aí vai. Deixo aqui uma foto da oficina de tintas naturais que aconteceu semana passada na dimensão ecológica do curso Educação Gaia: Design para a sustentabilidade.
Posted by admin | Posted in Informações, qualidade de vida | Posted on 25-08-2010
É com imenso orgulho que compartilho com vocês esse texto escrito por Christina Carvalho Pinto. Deixo aqui a minha gratidão por tê-la conhecido e pelos dias de muito bate-papo e aprendizado! Obrigada!
“ÁRVORE
Christina Carvalho Pinto*
Era uma casa com poucos esconderijos: um porão (espaço de função imprecisa), alguns armários já ocupados, malas que ficavam sobre os armários, lá no alto, muito longe do alcance das minhas mãos.
Onde esconder a dor, o sangue, os medos e seus fantasmas, se em qualquer canto eu podia ser capturada?
Do outro lado da rua, a casa do vizinho tinha um quintal que se adivinhava através dos galhos da mangueira, aquela onde a molecada da rua comia manga verde com sal e a cada temporada a gente subia no muro mais rápido, voando sobre os tijolos velhos e carcomidos, um bando de pássaros de alpargatas.
Aproveitei a manhã do domingo, enquanto os adultos ouviam a homilia interminável do pároco, e peguei o pacote debaixo da cama.
Atravessei o corredor silencioso, a rua vazia e dei com o muro, de repente tão alto para subir sozinha, sem ninguém para fazer escada, o pacote preso na cintura, por dentro da calça rancheira.
Subi e saltei. Olhei para ela, deusa generosa de tronco forte e braços tantos, e me deitei, nós duas no quintal que era só dela.
O padre falava espanhol, ela não falava nada. Ficamos assim conversando por um longo tempo, sem palavras, eu contando tudo, ela acolhendo. Nenhum distúrbio, nenhum julgamento. Enterrei meus segredos entre duas raízes e nunca voltei para buscar.
O jardim da nossa casa era grande o bastante para caber uma muda de limoeiro. Meu pai me ajudou a abrir um pequeno buraco no chão, cavocando com as mãos, e ali coloquei algumas sementes.
A cada manhã eu espiava o montinho de terra, ansiosa. Um dia olhei e vi aquela pontinha de verde brotando, uma coisica de nada fazendo mágica na frente dos meus olhos, corre Maria Idalina, vem ver o que aconteceu! E assim o limoeiro vinha chegando e se revelando, crescendo, tomando o espaço, nossa, como é que pode uma planta que eu plantei já ficar mais alta do que eu? E o limoeiro ficou mais alto que os meus irmãos, que os jogadores do time de basquete da escola, mais alto que todas as minhas expectativas e começou a dar flores, muitas flores e limões que não parava mais.
Eu apertava as folhinhas novas entre os dedos, cheirava aquele perfume delicioso e pensava: que poder, eu sei fazer árvores, eu sei fazer a vida.
Nascida sob signo de água, com ascendente ar e lua em fogo, tenho falta de terra. Minha relação com ela é carnal, um desejo sem fim de ver, tocar, desvendar, sentir sua magia, saborear seus frutos.
Terra e árvore, mãe e filha: caminho mil léguas por um momento com elas.
Pelos idos de 2004 fiz uma experiência com ayahuasca e, assim como muitos outros, estive à beira da morte. Fui tomada de terrores, desenvolvi síndrome de pânico, via de repente o mundo desmontar ao meu redor, como se a realidade fosse a tela de um monitor e os pixels enlouquecidos despencassem sem aviso.
De manhã, indo para o trabalho, sentia muitas vezes o flash back rondando, o cenário escapando de mim; e com o terror já presente, parava e buscava com os olhos uma árvore. Quieta. Tronco, galhos, raízes. Eu olhava e olhava, imóvel, até me sentir enraizando no chão, seiva fluindo sem ruído, a vida de novo possível.
No Grupo Full Jazz, a cada 59 minutos entra uma música suave e nesse momento largamos tudo, respiramos, inteiramente donos de nós. Com nada mais entre eu e eu, olho lentamente para as árvores da rua, as folhas balançando com tanta suavidade que dá vontade de usar o verbo balouçar. Não penso; agradeço.
O minuto de silêncio acaba e abro outra vez espaço para os pensamentos. Me vem à mente o termo sustentabilidade. Ele passa por meus circuitos cerebrais sem provocar reação. Vazio como as velhas árvores de troncos ocos, que caem com a primeira chuva.
Fala-se tanto de sustentabilidade e esse falar é tão estéril.
Sustentabilidade é uma não-palavra.
(Mario Quintana escreveu que, diante dos sentimentos, as palavras são como borboletas mortas espetadas no papel).
Para entender essa não-palavra, visite uma árvore.
Em silêncio, esqueça o tempo – essa outra ilusão – e espere.
A árvore vai te explicar tudo.
*Christina Carvalho Pinto, presidente do Grupo Full Jazz, é também líder da plataforma multimídia Mercado Ético (www.mercadoetico.com.br).”
Posted by admin | Posted in Curso, Evento, Informações, qualidade de vida | Posted on 24-07-2010
Tags:autoecologia, energia pessoal, equilibrio, projetos pessoais, qualidade de vida, respiração
Posted by admin | Posted in Bioarquitetura, Informações, Meio ambiente, qualidade de vida | Posted on 14-07-2010
Tags:Bioarquitetura, construção, Meio ambiente, oca, padrões naturais, qualidade de vida, Sustentabilidade, Terra
Reportagem publicada no estado de Minas no caderno de imoveis no dia 11 de junho de 2010.
Segredos da Bioarquitetura
Júnia Leticia – Estado de Minas
Antigas técnicas construtivas ressurgem como alternativa viável e ecologicamente correta em várias obras que buscam seguir o conceito de usar ao máximo matéria-prima renovável. A preocupação com o meio ambiente e a preservação dos recursos não renováveis têm levado à criação de soluções que possibilitem a convivência equilibrada entre homem e natureza. Muitas pessoas se perguntam o que fazer com os resíduos da obra. Uma das soluções para isso é prevenir gastos desnecessários e é aí que entra a bioarquitetura.
Segundo o diretor da Oca Projetos Sustentáveis, o arquiteto Bruno Assunção, o conceito, que faz parte da arquitetura, busca construir com o mínimo de impacto ambiental, maior responsabilidade social e valores economicamente viáveis. “As técnicas construtivas são, na grande maioria, feitas com matérias-primas naturais renováveis. Na bioarquitetura é preferencialmente usada mão de obra e material locais”, conta.
Veja mais fotos de construções em terra crua
Veja fotos do trabalho da O3L em Santa Luzia com terra crua
Veja mais fotos de biocoberturas pelo mundo
Veja outras fotos de telhados ecológicos
Conforme o bioarquiteto da Padrões Naturais Soluções Sustentáveis, Cristóvão Laruça, mais do que um simples projeto de arquitetura, o conceito envolve um ecossistema em que tudo é cíclico e não linear. “A bioarquitetura procura sempre provocar o máximo impacto ambiental positivo, em vez de se limitar a causar o mínimo impacto ambiental negativo”, explica.
Leia a continuação desta matéria:
Uma questão de consciência
Conheça um pouco das técnicas mais aplicadas pela bioarquitetura
Para viabilizar esse tipo de construção, o gestor ambiental Túlio Assunção fala que existem diversas técnicas bioconstrutivas e sua viabilidade financeira depende do acesso à matéria-prima e mão de obra. “É necessária uma análise dos recursos da região para que se escolha a técnica construtiva adequada. Como exemplos, temos as técnicas vernaculares, como as taipas e adobe, outras mais recentes, como o superadobe e o solocimento, telhados verdes (vegetação), tratamentos biológicos de água, fossas por bacia de evapotranspiração, entre outras”.
Leia mais:
Sabedoria milenar
Ecológicas e muito belas
Leia sobre o tema nos artigos da O3L Arquitetura no Lugar Certo:
Construções em terra crua: uma opção consciente
Capacitação de mão-de-obra em arquitetura de terra: a experiência em Santa Luzia/MG
De acordo com Cristóvão Laruça, essas técnicas são as mais difundias por razões históricas. “As soluções para telhados vegetais, como é o caso da piaçava e do sapê, estão ligadas aos povos indígenas. Técnicas como o adobe, a taipa de pilão e o pau a pique foram introduzidas pelos colonos portugueses e africanos”, conta.
Atualmente, também está muito difundido o uso de taipa leve e pré-moldada, ferrocimento, fardos de palha, telhado verde, bambu e captação de água da chuva, segundo Cristóvão Laruça. “Tratamento de águas cinzas para reutilização e fossas biossépticas que não têm sumidouros, não gerando por isso efluentes, são outras técnicas. No que diz respeito à viabilidade financeira, esta é bastante atrativa, em larga medida por se optar sempre que possível por material regional”.
O custo de uma construção com bioarquitetura varia principalmente de acordo com a disponibilidade de material e mão de obra, como conta o gestor ambiental Túlio Assunção. “No geral, os materiais são mais baratos e a mão de obra é mais cara por ser especializada. No caso de não haver profissionais qualificados na técnica bioconstrutiva escolhida, é necessária a capacitação e um acompanhamento intenso do arquiteto ou engenheiro na obra”.
VIABILIDADE
Com relação ao valor dos projetos, o arquiteto Bruno Assunção ressalta que eles ficam cerca de 15% mais caro em relação aos que não introduzem os conceitos de bioarquitetura. Entretanto, soluções que empregam bioclimática (adaptadas ao clima), sistemas de reuso e tratamento das águas e de economia de energia elétrica reduzem de forma significativa as contas de água e luz. “Elas trazem retorno financeiro a médio prazo. Na soma total, o valor de projeto e construção por meio da bioarquitetura é equivalente ao processo convencional”.
O bioarquiteto Cristóvão Laruça confirma que o valor do projeto que utiliza técnicas de bioarquitetura não difere muito do de um projeto de arquitetura convencional. Mas, para executá-lo, é preciso cuidados especiais. “Em primeiro lugar, é necessário saber que tipo de técnica se deve utilizar. Nem sempre a que se gostaria é a adequada para o tipo de clima onde se pretende construir”, observa.
O próximo passo é fazer testes de solo para aferir as percentagens de argila e areia que estão presentes no solo, como conta o bioarquiteto. “Isso é fundamental para que se possa corrigi-lo, se for necessário. Em geral o solo adequado é aquele que apresenta de 20% a 30% de argila na sua composição”, informa.
Posted by admin | Posted in Informações, Meio ambiente, qualidade de vida | Posted on 10-05-2010
Tags:economia, limpeza, Meio ambiente, produtos naturais, residência, saude
Assino o RSS do Planeta Sustentável e no dia 25 de março eles publicaram uma matéria muito interessante sobre produtos de limpeza. Vale a pena dar uma olhadinha! O link da matéria é: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/higiene-produtos-limpeza-541686.shtml
“ Alguns itens da sua despensa podem substituir artigos industrializados na hora da faxina. Essa troca ajuda seu bolso – e também o planeta!
Por Karla Precioso
Manter a casa limpinha sem gastar muito com produtos de limpeza é uma tarefa mais do que possível. Basta abrir o armário da cozinha e encontrar ali tudo que é necessário para deixar a casa um brinco. Limão, vinagre, óleo e até sal substituem muito bem os artigos industrializados. Além disso, esses alimentos são bem menos agressivos ao meio ambiente. Por isso, você economiza e ainda contribui com a natureza.
GASTE POUCO PARA TER A CASA BRILHANDO!
Com vinagre
• Misture 3 e ½ litros de água com ¾ de xíc. (chá) de vinagre branco e ½ xíc. (chá) de amoníaco para limpar pisos de cerâmica. Use um pano macio.
• Para remover o mofo dos rejuntes de azulejos do banheiro, aplique uma boa quantidade de vinagre branco puro com uma escova de dentes velha. Deixe-o agir durante duas horas e, depois, lave a superfície apenas com água.
• Após fazer frituras, deixe o fogão novinho em folha despejando um pouco de vinagre sobre a gordura. Espere 15 minutos e limpe normalmente.
Com suco de limão
• Para tirar a ferrugem de objetos como talheres e grelhas, esfregue suco de limão com uma palha de aço.
• Para dar brilho extra aos copos, adicione um pouco de suco de limão à água do enxágue.
• Quando as roupas brancas estiverem amareladas, ponha-as de molho em água com pedaços de limão. Elas ficarão cheirosas, sem partes desbotadas nem manchas amarelas.
Com óleo de cozinha
• Para manter janelas e esquadrias de alumínio sempre brilhando, limpe-as com uma mistura de óleo de cozinha e álcool em partes iguais. Logo em seguida, passe um pano macio ou uma flanela.
Com sal
• Limpe pisos cerâmicos com ½ xíc. (chá) de sal dissolvido em 1 balde de água morna. Aplique essa solução com um esfregão e, depois, enxágue normalmente.
• Limpe a superfície do fogão com uma esponja macia embebida numa solução de água e sal (use duas partes de água para uma de sal).
Depois da limpeza, um cheirinho bom no ar…
Cravo-da-índia perfuma a casa. Dentro de um borrifador, coloque álcool e um punhado de cravos. Deixe descansar por alguns dias. Depois, borrife no ambiente todo. Além de perfumar, o aroma afasta os insetos.”
Posted by admin | Posted in Informações, planejamento | Posted on 28-04-2010
Tags:conectividade, Evento, gestão, Informações, linguagem, organização, planejamento, simplicidade, tempo
O TEvEP é um método de planejamento que se transforma em uma linguagem simples e permite a qualquer um organizar informações e recursos facilitando o diálogo entre as pessoas e a realização de projetos pessoais e profissionais. O método foi desenvolvido pela Homo Sapiens – centro de pesquisas que estuda maneiras de facilitar o diálogo entre as pessoas.
O TEvEP é a união de quatro princípios: tempo/evento/espaço/pessoas. O tempo é o fio condutor onde colocamos os nossos eventos. Os eventos são inerentes a todos os indivíduos, o nosso dia é composto por diversos eventos que acontecem em um determinado tempo e espaço para determinadas pessoas. Vale ressaltar, que as pessoas são divididas em dois tipos: quem produz o evento e quem usufrui do evento.
É necessário dar significado aos eventos, pois estes podem causar conforto ou desconforto para as pessoas que participam. Os eixos que sustentam o TEvEP são:
• Conectividade: porque conecta pessoas, idéias e atividades;
• Aplicabilidade: porque tudo é um evento e pode ser melhorado;
• Portabilidade: qualquer pessoa aprende e ensina com facilidade;
• Simplicidade: a complexidade dos eventos do dia-a-dia é descortinada.
Diante disso, o TEvEP pode se tornar uma linguagem em comum para mapear o conjunto de eventos de um determinado local, como por exemplo: pousadas, restaurantes, centro de visistantes, entre outros. E dessa forma reduzir o estresse causado por desencontro de informações e aumentar a produtividade pessoal e profissional.
Faz um TEvEP que dá!
Entre em contato para saber maiores informações!
Posted by admin | Posted in Informações, Meio ambiente, Permacultura, qualidade de vida, Sem categoria | Posted on 14-04-2010
Tags:eficiência, estilo de vida, filosofia, metodologia, observação, Permacultura, qualidade, Sustentabilidade, Terra, vida
A permacultura é relativamente nova, iniciou na década de 70, porém os conhecimentos que fazem parte desse conceito são conhecimentos bem antigos que estão organizados de uma forma extremante inteligente e eficaz. A permacultura pode ser considerada uma ciência interdisciplinar da Terra!
Vale a pena pesquisar sobre as diversas possibilidades desse novo jeito de observar o mundo, sim, a permacultura abre os nossos olhos! Começamos a observar detalhes que antes não eram percebidos, começamos a ver oportunidades onde muitas pessoas só enxergam problemas, começamos a entender a beleza e a inteligência da natureza, começamos a enxergar os padrões naturais que estão ao nosso redor,…, enfim, depois que você começa a estudar e a praticar a Permacultura você renasce, se torna uma pessoa mais eficiente, mais observadora, mais otimista e mais consciente do seu papel na Terra.
Pesquise, pergunte, estude e, principalmente, pratique a Permacultura! A Permacultura é um movimento, é uma metodologia, é um estilo de vida, é uma filosofia, enfim, veja a melhor forma de fazer com que isso faça parte da sua vida e das pessoas que fazem parte do seu círculo de convívio!
Dicas de pesquisa:




